Mostrando postagens com marcador anos incríveis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador anos incríveis. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, novembro 06, 2009

Sua história, sua marca

Todo mundo nasce, cresce, se reproduz e morre. Até aí, nada de novo, nada de interessante (ou pelo menos, nada de diferente do que você aprendeu na primeira série, com a mestra Dorinha). O que vale observar, no entanto, é o período "do meio": o período do crescer a morrer. Esse é o tempo que lhe foi dado para construir sua história, deixar seu teco de contribuição pra este lugarzinho redondo, enorme e cinza azul. E nesse meio tempo você vai ter que se virar pra entender, aprender a se comunicar (em, pelo menos, duas línguas diferentes), entender como funciona a caixinha mágica que faz barulho e aquele treco esquisito que quando abre, acende a luz e sai comida.
Dá pra comparar esse tempo à uma construção, sei lá, Inca, Maia, ou coisa que o valha. Eu ia falar "uma casa", mas uma casa não dura mais que alguns anos, então, como sua vida é sempre algo grandioso, vamos comparar com... Machu Picchu! Pronto.
Já imaginou você lá, colocando tijolinho por tijolinho pra construir um treco daquele tamanho? Se é que algum tiozinho viveu pra ver aquilo ser erguido dos pés à cabeça, dá pra comparar com o nosso tempo-período entre crescer e bater as botas.
Eu às vezes gostaria de me filmar 24 horas por dia. Só pra acompanhar, de perto, o meu crescimento, a construção da minha Macho Picchu. E aí, quando bater as botas, alguém vai poder dizer: "Caraca, que é aquela pilha de latinhas largada ali no meio da sala??"

Saravá...

quarta-feira, setembro 16, 2009

Tirando a poeira


Era Janeiro de 2005. Segundo ano de faculdade. Um sábado cheio de risadas, palhaçadas e... planos. Idéias. O blogueiro, então com 20 anos recém completados apóia a idéia de alguém "Vamos pra praia?".
FECHADO! "A gente fica na casa que meu pai tem em peruíbe, só preciso pegar a chave e simbora!".
Combinamos de nos encontrar na frente da casa da Ana, naquela noite, às 22:00. Todo mundo correu pra casa, separou meia dúzia de roupa e aí "bora lá pra Ana!".
Chegamos, arrumamos o porta malas do carro do Eddie (que voltara do conserto durante a semana) e bora pra Imigrantes. Risadas e aperto, afinal, éramos quatro no banco de trás do Marea do Eddie (maldito Marea). Era a primeira viagem com o pessoal da faculdade! Iarrú!! Bom... era mesmo. Passando o primeiro pedágio, a placa indicou "120" e o Eddie pisou. "CLANGUE". Todo mundo se assusta e quando olhamos pra trás, faísca pra tudo que era lado. Encostamos e vimos que o protetor de carter daquela bosta de carro caíra no meio do caminho, levando mais um monte de peças embora. Ficamos ali, num lugar super seguro, de madrugada (KM 13, acho) esperando a porra do taxi.
Acabava o projeto da primeira (e única) viagem da faculdade. A foto (tirada de madrugada, onde não dava pra enxergar nem onde estávamos) é o único registro que temos da maior aventura que organizamos. Um tempo que deixou muita saudade...

Saravá!

domingo, março 02, 2008

Um domingo qualquer - ou nem tão qualquer assim...

Não importa o que o PIG - Partido da Imprensa Gambambi - goste de dizer, o maior clássico do futebol paulista (e um dos maiores do mundo) é mesmo o ParmeraxCurintia. Rivais históricos, 3 paulistas ganhos em cima do adversário (pra cada lado), centenas de jogos, confusões e todo o charme e emoção que só o futebol paulista pode proporcionar.
Provocações à parte, o jogo foi muito bom. Cada time jogando na sua característica (Palmeiras na raça e criação, Gambás na retranca e chutões pra frente), pra quem gosta de futebol (principalmente o gaúcho euahehauehaueh), foi um prato cheio. Lances polêmicos? Poucos. Penal não marcado no Vardívia, impedimento mal marcado e o escambau pro lado verde, enquanto o sr. Diego Souza poderia perfeitamente ter sido expulso. No final, o Palmeiras (Vardívia) - que realmente estava jogando melhor - fez o gol, chorado, num rebote do chute de Kléber.
Pra quem dizia que o chileno não resolvia clássicos a favor do Palmeiras, já pode dar a mão à palmatória.

No mais, palavras não podem explicar o que é o tamanho desse jogo. Deixo as lentes dos fotógrafos falarem em nome do DB!











Saravá!

PS: Até 2009 gambazada!!!!!

segunda-feira, dezembro 24, 2007

É natal!

Ele foi um dos maiores da música. E graças àquele maldito cd da Simone, não há como desvincular essa música dessa época do ano.

John Lennon é muito feliz quando ele, numa música sobre o natal, nos pergunta o que fizemos. Afinal, desde o últomo natal - o que fizemos?

Outro dia a Sá me fez pensar que o Natal é a época em que procuramos alegria na alegria alheia. Quando comprar presentes, quem ganha somos nós - nos sorrisos alheios. No olhar surpreso ao aparecer no portão daquele amigo que não vemos há tanto tempo.
É no natal que abraçamos quem nos aguenta o ano todo e diz, bem apertado no ouvido - eu te amo!

Sabem, o Natal perde muito o sentido que tem de quando somos crianças. Ele meio que é antecipado - antes o tio de vermelho só chegava à meia noite. Quando não existem mais pimpolhos na noite de natal ela fica mais cinza, mas não menos importante.
Não menos natalina. Não sei. Não que minhas noites de Natal sejam tão mágicas quanto antes. Nada disso. Mas são noites de Natal. Quando por momentos breves, não precisamos pensar no mundo que fica fora dos nossos muros - por mais egoísta que pareça, não é. Pois no instante seguinte, chega a doer lembrar das crianças que nunca nem sonharam em comer a coxa do peru (eca, ô carne ruim essa) ou ganhar aquele bonequinho do homem aranha... os pais que são obrigados a ver os rebentos nessa situação. É um mundo cruel, mas eu jamais diria que é um mundo egoísta. Podemos ter sido egoístas um dia. Quem está no poder pode ser egoísta. Mas, eu prefiro pensar assim, a humanidade tem jeito.

Voltando ao natalino assunto, a noite de Natal ainda preserva, pelo menos pro Distinto Blogueiro, um "quê" que nenhuma outra noite tem.
Me vejo em alguns anos, quem sabe, com meus pimpolhos na sala... fazendo o maior suspense pela chegada do tiozão de vermelho... e, antes da meia noite, apagar todas as luzes da casa, só pra ver lampadinhas de Natal piscando!
É fugaz. É simples. Oras... é Natal.

Feliz Natal meus leitores e amigos.

Saravá!

PS:

"So this is christmas
And what have you done
Another year over
And new one just begun

And so this is christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The older and the young

A very merry christmas
And a happy new year
Let's hope it's a good one
Without any fear

And so this is christmas (war is over...)
For weak and for strong (...if you want it)
The rich and the poor one
The world is so wrong

And so happy christmas
For black and for white
For the yellow and red one
Let's stop all the fight

A very merry christmas
And a happy new year
Lets hope it's a good one
Without any fear

And so this is christmas
And what have we done
Another year over
And new one just begun...

And so happy christmas
We hope you have fun
The near and the dear one
The older and the young

A very merry christmas
And a happy new year
Let's hope it's a good one
Without any fear

War is over - if you want it
War is over - if you want it
War is over - if you want it
War is over - if you want it"

E nunca se esqueçam de agradecer!

All we are saying is give peace a chance!

Obrigado!

quinta-feira, novembro 22, 2007

Meio de provas

Sim, o DB ainda está em prova.
Não, não estou estudando. Mas serve de desculpa.

Saravá!

domingo, outubro 14, 2007

29


Não, não é aniversário do Dinstinto Blogueiro.
Na verdade, "poucas" foram as vezes que comentei sobre música por aqui. Geralmente publico e comento sobre Pink Floyd, Doors, Sinatra, Los Hermanos... ou seja, músicas de alto nível técnico e com poesias ao invés de letras.
O que poucos (hem?) sabem é que o blogueiro, antes de virar gente, era fã incondicional de Legião Urbana. Sim, as letras furiosas e passionais de Renato Russo preenchiam o espaço vazio da mente (pré) adolescente deste que vos escreve.
Era uma época boa, eu acreditava em protestos e na força da arte, da vontade, na força do povo brasileiro para mudar essa bodega de país. Ás vezes não sei se fui eu que desisti ou se era mesmo ingênuo...
Bem, o fato é que músicas como "Que País é esse", "Faroeste Caboclo" e "Será" estavam sempre na ponta da língua!! E tocando a todo volume (ainda bem que o DB só tinha som portátil na época...).
Fazer reflexões sobre aqueles dias é sempre complicado. Mistura-se saudosismo com a memória de um tempo que parece perdido... lembro-me bem que vivia pegando o "Mais do Mesmo" do Vitão emprestado euaheuahea...
Os roqueiros e músicos de plantão podem dizer o que for. Mas eu só tenho a agradecer a Renato, Dado e Marcelo. Eles me mostraram que o rock era a salvação do mundo hehehe...

Uma letra que eu demorei para entender, mas hoje é uma das que mais gosto dos caras:

"Perdi vinte em vinte e nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
Já que você não me quer mais
passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove com o retorno de saturno
Decidi começar a viver
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar e a pedir perdão
E vinte e nove anjos nos saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez"

Saravá!

E o feriadão...


O blogueiro não tem direito a feriadão. E porque não? Simples: TCC! Ou, PCC, como eu prefiro chamar essa bodega hehehehehe...
Enfim, passei a sexta feira fazendo a bagaça... a coitada da Kátia teve que arrumar essa pendenga inteira, e o resto do grupo ainda tem que ler e criticar mais uma (e última, grazzie dio) vez... é fróidi.
Nesse meio tempo, o blogueiro faz download de algo que ele sempre quis ter... FRANK SINATRA! RAPAZ! Que muito louco que são essas coisas antigas... vá lá... "Somethin' Stupid" é só uma das músicas do cara, mas que foda, que MUITO foda!
Eu queria ter aproveitado aquela época... bailinhos ao som de Sinatra!
Uma mais famosa... "My Way"... Iurruuuu!
É tão bom que eu não aguento hehehe...
Enfim... a letra aí embaixo para que vocês, queridos leitores, saibam um pouquinho do que tô falando!

"I know I stand in line until you think you have the time to spend an evening with me.
And if we go some place to dance I know that there's a chance you won't be leaving with me.
Then afterwards we drop into a quiet little place and have a drink or two.
And then I go and spoil it all by saying something stupid like "I love you"

I can see it in your eyes that you despise the same old lies you heard the night before.
And though it's just a line to you, for me it's true and never felt so right before.

I practice every day to find some clever lines to say to make the meaning come true,
But then I think I'll wait until the evening gets late and I'm alone with you.
The time is right, your perfume fills my head, the stars get red and oh the night so blue.
And then I go and spoil it all by saying something stupid like "I love you"

The time is right, your perfume fills my head, the stars get red and oh the night so blue.
And then I go and spoil it all by saying something stupid like "I love you""

Saravá!

quarta-feira, outubro 10, 2007

Da necessidade de saber de onde viemos.


Sabe lá Deus quantas vezes eu já não parei para pensar nisso. O DB, por vezes, se pega divagando sobre as pessoas ao redor dele. Mas não as mais próximas, aquelas que sabemos de onde vieram, quem são e como vão.
Talvez até aqui no Escambau já tenha falado sobre... é que me assusta a nossa pequenez, ou a imensidão do mundo em que vivemos. Já parou para pensar que cada janelinha que você vê acesa é uma vida, com um pai e uma mãe, dois avós e duas avós... manja? Vá lá, isso é São Paulo, por vezes no interior as pessoas se conhecem... mas mesmo assim. É tanta gente, mas tanta gente, que putz...
De vez em quando, pare e olhe para fora. Olhe para as janelas ao seu redor. Pare para pensar que ali tem uma vida (no mínimo, que pode até ser o assaltante), que veio de algum lugar, que tem pessoas à volta dela...
Diz a teoria das redes que estamos a 8 ou 12 pessoas de distância de qualquer um no mundo... é uma fina linha que nos separa do abismo.

Impressionante né não?

Saravá!

terça-feira, outubro 09, 2007

E nos bons tempos...

Esse post será feito aos poucos. Talvez acabe virando um dos únicos posts do mês até (exageraaaaado...)...
O fato é que hoje o DB está bem, bem até demais. Bem o suficiente para ficar cantando o antigo "Hino dos Maristas"... o que significa que o clima será nostálgico...
O fato é que fui atrás do bendito do hino na internet, e acabei indo parar no site oficial do colégio em que estudei. Estudei e virei gente, diga-se de passagem.
É impulsivo: ver fotos daquele lugar fazem os olhos marejar de forma inexplicável. Saudosismo barato? Talvez. Até porque nada pior do que passar pela adolescência hehehehe...

Sabem, eu acho que nunca vou esquecer minha mãe falando que eu precisava aproveitar o tempo de escola, que seriam os mais fáceis da vida. Eu não acreditava, como ela podia achar que aquela MALDITA prova de trigonometria era fácil? Minha mãe não sabia o que falava... era o que eu pensava.

Os anos passaram e a vida melhorou sim. Mas pior do que a vontade de crescer logo, é a sensação de que faltou tanta coisa lá atrás, que deixamos tanta coisa a ser feita... me dá desespero às vezes pensar que nunca mais vou vestir aquela calça azul, a camiseta que esquentava que só o cão... é... saudosismo... viver do passado...

Às vezes tento lembrar das coisas que passei por lá. E é impressionante como tudo é tão claro! Mal lembro o que comi no almoço, mas me lembro como se fosse hoje o dia em que vencemos o time de vôlei da 7ªB... ou no dia da formatura do 3º ano do colegial... eu não tava pegando o diploma... mas estava lá... era como se fosse a minha formatura... no fim das contas, abracei meus professores, meus amigos... amigos que até hoje se encontram e vivem como se ainda estivessem na aula de geografia!!

Caraca, que mais eu me lembro?? Hmmm... sala do joão!!! ahahaha... eu ia direto praquela tranqueira... e sempre porque brigava com o Luis. Adivinha? Pfff, nem parece que a gente se estressava tanto!! Lembro do Juan "Joel" euaheuaheuahea... caraca... o Gian vestido de galinha de lata! hueaeuahe... lembro do dia que colocamos a professora para fora aos gritos de "Xô Satanás!"... não que eu me orgulhe disso... assim como não me orgulho das mancadas com a professora Angélica, com a professora Rita... vá lá, a Rita eu não me arrependo não. Não se humilha ninguém porque não se fez a lição de casa (viu como não adiantou professora? Até hoje eu não faço trabalho ehaueaheuaheuhu)...

Eu lembro que tinha uma turma de moleque mais velho que me pegava pra pele... até o dia que a mãe do moleque pegou ele me bicando na quadra aeuheuaheuahe ele se fodeu! Valeu hem Thata! Ehehehe...

Putz, tem coisa bagaralho... as peças... os shows... o show de estréia do Protesto Civil! As músicas em homenagem ao Douglas... os rolos... que eu saí ileso! ehehehe... putz...
É estranho demais perceber que esse tempo não voltará. Que as coisas passaram... mas ao mesmo tempo estão tão vivas na nossa massa cinzenta... Quando tudo parece tão sem sentido, quanto tudo parece perdido é que percebemos a importância de jamais nos esquecermos daonde viemos. Se chegamos onde chegamos, foi porque passamos por caminhos jamais explorados, todos escuros... mas nunca, nunca sozinhos.

Aceito fotos.

Saravá!

quinta-feira, outubro 04, 2007

Ô loco!

Tanto tempo sem escrever por aqui me deixa preocupado... peço desculpas a vocês negada.
Enfim, trocentas coisas acontecendo ao mesmo tempo agora... é TCC, é Healthwork, é tudo rapá! Ô ano ruim de acabar...
Bom, hoje o Distinto Blogueiro está chateadão, mas tem assunto para dedéu.
Vamos começar com o mais gostoso, nossa política!
Tava pensando, bem que podiam reerguer o Carandiru e transferir os parlamentares e membros do governo para lá. Viria bem a calhar né não?

Pois é, e nesse meio tempo, o DB chegou a se perder nele mesmo... é mole? É, como diz o outro, é mole mas sobe. Tem vezes que a vontade de sumir da face da Terra é grande demais... e bem que foi o que rolou nos últimos dias. O que eu aprendi? Que se conselho fosse bom, a gente não dava hehehe... não, não é conselho não.
Só sei que quanto mais dúvidas temos, mais instáveis somos. Não deixe de acreditar no que e em quem você é. Quebre paradigmas, seja desprovido de preconceitos, mas nunca, nunca, deixe de se agarrar em suas verdades. São elas que te mantém de pé, mesmo quando o mundo te deixa de joelhos. E olha que às vezes "o mundo" não são os 6 bilhões que estão por aí. Nunca deixe que te diminuam, aprenda com os seus erros. Com os alheios também. Mas JAMAIS deixe que te coloquem abaixo do que você é e do que conquistou. Bom, isso vale para mim, acho que vou escrever isso no espelho pra lembrar todo dia.

E o Parmera? Aaah Parmera... fui ao jogo hoje, contra o Náutico. Arrastamos (eu e Magro) o Ricardo para lá, já que o jogo era contra o "N-A-U-T-I-C-O", que é da terra de Ricardo... e não é que o Parmera virou a pelada? Jogão (no segundo tempo).
Aqui, quero relatar um fato: se você foi ao estádio, não leve nada, a não ser seu ingresso e documentos. Mas, se você não conhecer a legislação e um guardinha de mau humor te parar, não o trate mal, mas explique ao banana de pijama que vc é leigo, e que, principalmente, tem o direito de ir e vir. Ah, não entregar o documento (se ele pedir) é bom.
Não é que eu, um palestrino apaixonado como sou fui parado na porta do Palestra Itália? O motivo? Minha pasta de serviço. Se liga no diálogo:
"- O que você tem na mala?"
"- Material escolar. Quer ver?"
"-Magina, eu acredito no senhor. Mas não vai poder entrar."
"-Como assim 'Não vai poder entrar'?"
"-Não pode entrar no estádio com material inflamável."
"-E que eu mal lhe pergunte, quem foi que falou que eu tenho material inflamável aqui dentro?"
"-Papel é inflamável?"
"-Ah tá. Bom eu não sabia, então..."
"-Então o senhor não vai entrar."
"-Cuméquié?"
(Magro interrompe)
"-Mas porque todo mundo pode entrar com a mala e ele não?"
(O coxinha responde de forma "polida"):
"-Você é advogado dele?"
"-Não."
"-Então dá lincença."
(Ricardo pergunta ao coxinha):
"-Porque aquele cara ali pode entrra com a mala e meu amigo não?"
(Vinicius toma a palavra):
"-Olha, eu não sabia que não podia. Onde tá escrito isso?"
"-Na lei."
"-Que lei "seo" guarda?"
"- Da federação paulista."
"- Ah tá. Tô sabendo não, como sou leigo, o senhor já me orientou e eu não trago mais."
"-Mas você não vai entrar!"
"-Hem? Mas eu já comprei ingresso!"
"-Então o senhor guarda o material FORA do estádio."
"-Moço, eu vim de metrô. Vou guardar onde?"
"-Com ele você não entra."
(MAgro interrompe)
"-Só me responde porque ele não pode entrar e os outros podem."
(Coxinha irritado)
"-Perái, vc tá gritando comigo garoto? Eu posso te chamar de garoto pq eu sou mais velho que você."
"-Pode, claro, você tá de farda."
(Vinicius para Magro)
"-Magro, entra que eu já vou entrar, na manha."
(Vinicius pra coxinha)
"-Moço, eu vou entrar no meu estádio e ponto."
"-Vamos ali mais pra frente conversar. Entao, você não vai entrar."
"-Ah, vou sim. Já comprei ingresso e nunca ouvi falar disso. Qual o artigo está escrito?"
"-No... no... da federação. Vai ali para fora."
"-Eu não vou sair daqui. Quero falar com alguém do clube."
"-Não vai entrar. Me dá seu documento."
"-Não vou dar meu documento coisa nenhuma! (em tom de voz alterado, para a galera da fila): Mais alguém tá vendo isso aqui? Um PALESTRINO sendo proibido de entrar no próprio estádio!"
"-Você não vai entrar."
"-Ah não? Então vamos pro Jecrim (Juizado Especial Criminal).".
"-Hoje não tem Jecrim."
"-Como não? Tá no estatuto do torcedor!"
"- O estatuto é uma jurisprudencia e... você estuda?"
"-Qual a diferença?"
"-Tô sendo legal... seu nome (Vinicius responde)?"
"-Faço administração."
"-Então, eu sou formado e deixa eu te explicar... a federacao está acima do estatuto porque ele está abaixo dela, entendeu?"
"-Ela não está acima da Constituição Federal, que me garante o direito de ir e vir."
"-Olha, vou quebrar seu galhou, só porque você é educado... fala lá pro seu amigo que ele não é. Dessa vez você passa, mas lá na catraca você não vai passar não. (Cumprimenta Vinicius) Bom jogo, mas eu não vou torcer pro seu time...".

Cuzão é pouco para definir esse mané. Além de ter abusado do poder de execução da lei dele com o Magro, ainda me ameaçou. Queria ver se ele seria tão macho em dia de clássico. É fódis né não? O cara deve ter achado que eu era bobão e playboy só porque tava de terno... bundão.

E, não menos importante, temos os nossos finais de semana... três finais de semana EXCELENTES. Se melhorar um tiquinho que seja, estraga. Se liga na foto ao lado hehehehee...

Enfim, por enquanto é só. Ah! O Parmera ganhou do Timbu, com dois gols de Caio! Irra!

Saravá!

quarta-feira, junho 13, 2007

Há 14 anos..


Hoje, 12 de junho, não é dia dos namorados coisa nenhuma. Dia dos namorados é todo dia. 12 de junho é aniversário... do título paulista de 1993. A Sociedade Esportiva Palmeiras, há exatos 14 anos saía de uma fila de 16 anos.
O blogueiro, na época com apenas 6 anos, lembra apenas do clima que rondava a família.

Lembro-me muito bem, de todos sacaneando meu pai, o único palmeirense na casa de alguns amigos da família.
Quantas e quantas vezes já não ouvi falar desse título. É um épico legitimamente palestrino.
Para mim, este talvez não seja o maior jogo da história do Palmeiras. Afinal, nesta mesma semana, em 1999, meu time levava o caneco continental... com direito a Bigodes no banco e um santo embaixo da trave. Ah sim, Evair ainda estava lá.

Quisera eu ter minha idade hoje para assistir a este marco na história alvi-verde. Não pude. Me lembro que, na época, eu era fã mesmo era do Zetti. Mas, sempre que o Palmeiras jogava. Deus do céu, como eu torcia... eu assistia aos jogos, fui ao Palestra Itália quando ainda torcia para o time do Jd Leonor.. e ali vibrei como um verdadeiro palestrino, o sangue verde-itália corria nas veias... eu pulava, abraçava meu pai... se eu não me engano, fui a jogo contra o América de RP, o Palmeiras enfiou 6X0...
No mesmo ano, vi meu time enfiar 6X0 em algum outro em apenas 45 minutos (o primeiro tempo, me lembro, fora lamentável).

E aos poucos, principalmente com a saída do Zetti, a paixão da minha vida foi me conquistando, como uma menina que primeiro lhe olha, chama para conversar... e hoje, sou um eterno apaixonado pela Sociedade Esportiva Palmeiras. E, por mais que eu sofra, por mais que esta me faça chorar, não posso deixar de amá-la. Sofrer, afinal, é o fardo do amante... fardo verde, que hei de carregar até o fim dos meus dias.

Salve São Marcos!

Ê, Palmeiras minha vida é você!

Eô eô, Evair é um terror!

Al, al, al, Edmundo é animal!

Olê Porco!!

Puta que o pariu! É o melhor goleiro do Brasil!

Que Deus abençoe o meu amor...

terça-feira, junho 12, 2007

Mas que caramba...

É, post atrasado mesmo. E vai ser curto, que amanhã acordo cedo!

Bah, ainda tô de péssimo humor por causa do Palmeiras. Tô começando a achar que o problema é meu pé frio... ai Jesus... acende a luz... que no fim de semana tem meio time fora... poutz!









Enfim, hoje voltamos às atividades normais, e, como todo ser humano que entra de férias, voltei perdidinho. Que dureza que é voltar de férias... bons eram os tempos que eu podia dormir... ou hibernar... ZzZz...

Eu sei que tô devendo uma análise das férias do blogueiro, mas... péssimas notícias! O blogueiro estará em época de provas a partir do mês que vem... ou seja, se nao sair essa semana, só nas próximas!


No mais, hoje li uma notícia no Terra que, além de me espantar, me deixou MUITO PUTO: cês acreditam que o Evo Morales catou uma foto de um tenente brasileiro, editou a bandeira canarinho, colocando a bandeira do paísinho (existe isso?) de m***a dele!!!!! E ainda falando que eles apóiam a ONU! Aaah, eu sei que apóiam, invadindo as nossas petroleiras com as forças armadas, ô se respeitam a ONU...

Vi esses dias uma propaganda do governo sobre o ProUni. Confesso que não sei se a informação é verídica, mas parece que os alunos que têm essa bolsa têm tido ótimos resultados nas universidades... tá certo que abrir curso ou faculdade tá mais fácil que abrir boteco, mas eu tenho no escritorio um exemplo de aluno do ProUni... e ela é bem mais dedicada que eu! Então, que venham mais universitários e vamos fazer desse país um lugar minimamente decente para se viver. "Vem vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer". E viva Geraldo Vandré!
Saravá!


PS: este blogueiro está honrado por constar na lista de links de um dos melhores espaços alvi-verdes da internet, o Parmerista! (link ao lado). Obrigado ao amigo palestrino Conrado! Esse, que merece todos os aplausos possíveis, pois o Parmerista é um sucesso! Obrigado pela honra meu caro!
PS2: o blogueiro, em suas andanças pelo mundo, e através da pequena Gisele, chegou ao Jornal das Coisas Pequenas, da poetisa Rita Apoena. Vale muito conferir. Isso meus amigos, é arte.
Cirque du Soleil é para os fracos.

terça-feira, abril 17, 2007

Times like these... times like those...


Peguei um álbum de fotografias antigas hoje.

Era uma foto de quando eu era recém nascido. Eu e minha prima, a Xan... a foto tá até amarelada.

Me bateu uma nostalgia de algo que eu ainda não tenho. De um passado. Digo, claro que já construí alguma coisa, são vinte anos já... não é pouca coisa. Mas é, se eu comparar com meus avós. Ou, nem é preciso ir tão longe, meus pais.

Tanta coisa passou pela minha cabeça, desde "Poxa, que sacanagem, com as fotos digitais não teremos mais fotos amareladas!" e coisas desse tipo.

E, enquanto eu me preocupava se as fotos ficarão ou não amarelas, meu cérebro disparou uma pergunta: afinal, é pior encarar o desconhecido futuro ou o já conhecido passado?

Pense antes de responder. E pense muito, pois não é uma resposta simples. Em absoluto!

Afinal, como podemos encarar o que já passou? As pessoas, as disputas, os professores, os joelhos ralados, os braços quebrados no futebol, as tardes de uniforme no colégio jogando conversa fora...

Me desespero quando vejo a molecada de quinta, sexta série esquentando a cabeça com o vestibular e essas coisas! Isso é um crime! Eu até que esquentava a cabeça, mas tava era preocupado com o jogo de quarta - feira, ou com a prova de geografia que eu não sabia que diabos era o Planalto da Borborema!

E bate uma saudade de tudo aquilo... e ver que a gente não aproveita quase nada desse tempo, que é tão curto... eu lembro que minha mãe falava "Meniiiiino! Aproveita e estuda que isso dura pouco!"... e eu só pensava no meu próximo aniversário... como demoravam os aniversários!!!

Aquelas festas cheias de criança suja correndo para cima e para baixo, com copos de plástico numa mão e saco de batata na outra...

Morro de rir de mim mesmo nas gravações de festa de família. Era desinibido, adorava aparecer.

Bom... não mudei muito não eheheh...

Digo, claro que é bom crescer! Mas ás vezes bate uma saudade dos tempos de calça azul... tempos que nunca mais eu verei. A não ser nas fotos amareladas, que não possibilitarão ver minhas calças azuis...


Saravá...!!!!!