quarta-feira, janeiro 28, 2009

Vamos aproveitar o embalo?

Enquanto aguardo o post do Parmerista, vamos aproveitar e soltar mais um postizinho.

Esse é requentado, tá na geladeira já desde o final do ano passado (e enquanto escrevo esse, tem uma receita que acab... péra aí, isso aqui não é blog da Ana Maria Brega!) e agora tô postando. E quem reclamar, o blogger tá aí pra abrir o próprio blog hahahaha!

Tem tempo já o DB está numa fase muito diferente da vida. Algo que nunca tinha passado durante toda a minha vida (como se com 23 anos daria pra passar por muita coisa né? Pois é, mas dá!).
Em um 2008 de muitas surpresas e alegrias, uma coisinha passou a mudar meu dia. Me fazer levantar de dia e, de vez em quando dar bom dia ao invés de grunhir "bmmm dmmm"... Me fez também engolir o ego e meia dúzia de berros, que me fizeram crescer e melhorar um tiquinho, já que ainda tenho que comer muito arroz e feijão pra melhorar numa medida... suficiente, eu diria.
Algumas coisas se encaixam na nossa vida de forma tão suave que quando a gente se dá conta já não vive mais sem aquilo. É rotineiro, mas não no sentido ruim da coisa, mas no sentido de que rotina é a nossa segurança, nosso way of life - ou melhor, a forma como vivemos o dia-a-dia.
É a paz do nosso dia e dos minutos que se esvaem dele. Essa coisa, esse detalhe vai se tornando, pouco a pouco um dos fatores de cada vez mais o "nós" ficar acima do "eu".

Saravá!

Feliz 2009... ou não!

Feliz 2009 querido leitor, dileta leitora!
DB estreando com o pé esquerdo!
A virada de ano foi muitíssimo bem, obrigado. Daquelas memoráveis e que fazem você se encher de esperança no ano que vai nascer. Sensacional mesmo!

E eis que o DB, no pouquíssimo tempo que tem para isso, fez uma resolução de ano novo: alienação total de telejornais e afins! Decidi não desperdiçar mais meus escassos e preciosos minutos na frente da caixa mágica, vendo sempre as mesmas notícias, as mesmas personagens, as mesmas histórias e os mesmos desfechos.

Olha isso: dia deses, o DB chegou só o bagacinho da laranja em casa, depois de um daqueles dias que você tem vontade de viver de vento. Morto de fome e cansaço, fui na cozinha, catei um pãozinho e enchi o copo de coca-cola e sentei-me na escada para acompanhar a TV. Estava passando um cidade alerta da vida, contando a história de um pai que, após ralar muito pra construir a casa do filho dele, chega em casa e se depara com uma porrada de máquina botando o casebre abaixo. Enquanto a repórter contava isso, imagens do senhorzinho correndo desesperado, de um lado pro outro, com um pedaço de madeira na mão e urrando que aquilo não era possível.
Não cabe a mim julgar se ele fez ou não certo ao erguer o casebre num teco de terra que TALVEZ não seja dele. Mas meu Deus, eu precisava ver isso? Anunciantes pagam MESMO pra exibir suas marcas no intervalo comercial de uma agressão dessas?!

PÁRA TUDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Esse mundo tá pervertido, é sério!

Enfim, fato é que desisti de prestigiar esse tipo de coisa. Datenas e seus comparsas, colegas, ou o que quer que sejam prestam um "des-serviço" (não sei se essa palavra existe) à sociedade!
Eu não preciso ver a vida de alguém destruída na TV. Eu não QUERO ver isso! É revoltante como a vida das pessoas é retradada por telejornais e seus apresentadores, que posam de defensores da moral e e da justiça, mas não passam de mestres de um picadeiro do circo de aberrações. É à isso que a tragédia humana foi reduzida: atração de um circo de horror.

Saravá!