sexta-feira, outubro 16, 2009

Sobre esqueletos (não é a magrela da vizinha!)


Todo mundo gosta de um ditado. Em qualquer situação, sempre temos um na ponta da língua, né não? Úteis em diversas situações, por piores que pareçam, há sempre um ditinho popular que cabe ali como uma luva.
Tem também aquelas gírias que podemos usar. Tipo "rabo preso". Che cazzo que é rabo preso? Daonde vem essa expressão? Se você, dileto leitor, souber, poste nos comments.
Ou então aquela expressão muito utilizada no nosso país, a do "Pagando Pau". Que coisa de bambi! Será que vem de quando pagávamos espelhos com Pau-Brasil? (Sim, eu estou de péssimo humor. Nossa... melhor parar de tentar fazer piadas).
Hoje eu descobri porque existe uma expressão, a dos esqueletos no armário. Não descobri daonde vem não. Mas descobri que se há um esqueleto no armário, o melhor a fazer é deixa-lo por ali... senão, ele pode puxar seu pé...
Saravá!

Sobre gerações

Faz tempo que o DB não posta nada diferente aqui. Vamos ver se consigo manter alguma regularidade...
Enfim, hoje fui tomar café e resolvi comprar o JT, coisa que não fazia desde que saí de férias.
O legal de comprar jornal de quinta-feira é que vem o caderno "Link", que obviamente, trata de tecnologia. A matéria de hoje, intitulada "A geração que desenha nosso futuro" trata sobre a forma como a Internet vem mudando o perfil da sociedade, principalmente daqueles que nasceram a partir da década de 80. Para esta geração, o uso do computador é tão parte do cotidiano quanto escovar os dentes ou assistir algum programa de televisão (bom, esta até está migrando para o PC...).
O uso do computador para trabalhar, estudar - e aqui está a grande guinada da telinha, para se relacionar - está mudando as características e conceitos que nossos pais nos ensinaram. Noções como perto e longe mudaram - um amigo que vai passar seis meses na Europa deixa saudades, mas não deixa de mandar notícias (em tempo real). Um garoto que mora no interior de Goiás pode se interessar por uma gauchinha de Pelotas - e pode bater um papo com ela via MSN. Em blogs (epa!) as discussões foram 100% democratizadas: todo mundo dá sua opinião (e o pobre do teclado aceita tudo...) e pequenos grupos vão se formando, pequenas comunidades.
A internet possibilita a todo cidadão o acesso à informação, à opinião (e à formação dela). O governo de SP está dando um passo a mais e, de acordo com o twitter do governador José Serra, foi assinada uma lei para redução do ICMS do serviço de banda larga - possibilitando ao cidadão de baixa renda pagar pelo serviço. O governo federal, através do programa "Computador para Todos" incentiva a aquisição desta mágica maquininha de produção do conhecimento e interação com o resto do mundo.
Com todas essas ferramentas para aquisição de conhecimento e de interação com o mundo, fica a pergunta: estamos preparados para uma sociedade integrada? Estamos caminhando para isso?
A matéria do JT entrevista dois estudiosos no assunto. Um defende que sim, que essa geração que está vindo já vem com essa estrutura formada, pois esse é o mundo que ela vive, esse é o dia a dia dela. O outro afirma que não, e que essa turminha está deixando de se preparar como deveria, dado que a necessidade de busca de conhecimento e obtenção dele através da internet é fragmentada, ou seja, não linear.
São pontos de vista claramente opostos, cada qual com argumentos válidos. O DB é um entusiasta da internet e de tudo o que ela pode proporcionar. Para a galerinha que está chegando, o mais importante é mostrar à eles o caminho a ser percorrido. Isso, podem apostar: não mudou. A participação dos pais e dos professores ainda é fundamental para que a galerinha não deixe de desenvolver seu senso crítico e para que possam enxergar as oportunidades que eles têm. Afinal, é na mão deles (nas nossas, vá lá) que está o futuro da nossa sociedade (e esperamos que ela seja um pouquinho melhor do que a que estamos deixando para eles).

Ufa, texto longo! Sorry!

Saravá!


terça-feira, outubro 13, 2009

Enquanto houver sol

Comecei com a letra meio piegas do Titãs pra mostrar que estou otimista. Tava fuçando no arquivo do blog e achei um post onde a galera comentava sobre mudanças (aliás, lá uso uma música do Ozzy).
Acho que naquela época comecei a enxergar a mudança de uma forma diferente. E hoje percebo que aqueles dias mudaram muito a visão de mundo que eu tenho hoje.
No entanto, mais ou menos realista, acho que nunca deixei de ser otimista (epa, rimou!).
O otimismo faz parte do bicho homem, acho que é uma coisa assim, meio instintiva. Serve pra te manter de pé, mesmo com o Parmera apanhando feito catadão da várzea do carmo, mesmo com o móvel da tv com a porta pendurada. O otimismo, penso eu, é como fome, higiene, descanso: parte de você e não há nada que se possa fazer sobre isso, pois é por causa dele que você acorda mesmo depois de quinze horas de sono...

Saravá!

segunda-feira, outubro 05, 2009

Rider on the storm

Bem amigos do escambau, aqui estamos nós!
Blogando pela última vez pelos próximos vinte dias. Se surgir algo muito relevante, talvez eu passe por aqui antes disso...
Estou tirando os meus 20 dias sabáticos, onde tudo que preciso é de paz de espiríto - e quem não precisa?
São dias como os próximos 20 que passamos o tempo todo buscando: tempo para dormir, curtir um cinema à tarde, em plena segunda-feira, com a camisa do Parmera em plena Av. Paulista, comemorando a vitória em cima do Santos... as pequenas-grandes coisas da vida.
Vou tirar várias fotos, matar a saudade da objetiva e zoom da câmera, largada às traças neste 2009 corrido, relâmpago - e verde.
Esses são os dias para encapar os fios, fazer a manutenção, pra colocar a plaquinha "Oops! No donut for you!". Dias que evitam alguns dias em cárcere privado... porque haja paciência pra viver em São Paulo. Um dia de fúria? Do jeito que a coisa vai, vou precisar é de uma semana de fúria... hehehe.
Mais uma foto e título dramático, reconheço - mas não é essa a verdade? Essa coisa de cavaleiro solitário, de vaqueiro errante, paulistano xarope, caixeiro viajante. Quem de nós não tem vontade de colocar a mochila nas costas e sair por aí de bermuda, mandando o mundo às favas (mas torcendo pra ele estar ali, do jeitinho que o deixamos ao sair).
Infelizmente (ou não) nem sempre o que planejamos sai como originalmente deveria. De qualquer forma o que vale de verdade é o tempo que vai correr (e muito) e deixar correr. É hora de se jogar de cabeça, sem medo de rachar a testa. Se rachar, gelo e alongamento que tá tudo certo hehehehehe...
Volto em 20 dias e se tudo der certo, com novidades por aqui (que anda largado demais pro meu gosto).
Não posso prometer nada. O que prometo, é o que deixo. E eu não deixo nada...

Saravá!

sábado, setembro 26, 2009

Ímpeto impetuoso

Ah, o DB adora esses títulos ambíguos, diretamente diretos e redondamente redundantes.
Dá um teor mais... dramático!
Dia ruim. Fase ruim. Férias are welcome...
Em dias ruins, aprendemos coisas boas (mentira!). Nem sempre, claro... aliás, quase nunca. Mas tem vezes, que a lição vem à cavalo (igual ao Bife), trotando na sua frente que é pra ver se aprende.
Descobri hoje que mais do que termos a mente aberta, mais do que expandir limites, precisamos conhecê-los. Testar e romper barreiras nem sempre é a melhor forma de se tornar alguém maior, melhor.

Saravá...

quarta-feira, setembro 16, 2009

Tirando a poeira


Era Janeiro de 2005. Segundo ano de faculdade. Um sábado cheio de risadas, palhaçadas e... planos. Idéias. O blogueiro, então com 20 anos recém completados apóia a idéia de alguém "Vamos pra praia?".
FECHADO! "A gente fica na casa que meu pai tem em peruíbe, só preciso pegar a chave e simbora!".
Combinamos de nos encontrar na frente da casa da Ana, naquela noite, às 22:00. Todo mundo correu pra casa, separou meia dúzia de roupa e aí "bora lá pra Ana!".
Chegamos, arrumamos o porta malas do carro do Eddie (que voltara do conserto durante a semana) e bora pra Imigrantes. Risadas e aperto, afinal, éramos quatro no banco de trás do Marea do Eddie (maldito Marea). Era a primeira viagem com o pessoal da faculdade! Iarrú!! Bom... era mesmo. Passando o primeiro pedágio, a placa indicou "120" e o Eddie pisou. "CLANGUE". Todo mundo se assusta e quando olhamos pra trás, faísca pra tudo que era lado. Encostamos e vimos que o protetor de carter daquela bosta de carro caíra no meio do caminho, levando mais um monte de peças embora. Ficamos ali, num lugar super seguro, de madrugada (KM 13, acho) esperando a porra do taxi.
Acabava o projeto da primeira (e única) viagem da faculdade. A foto (tirada de madrugada, onde não dava pra enxergar nem onde estávamos) é o único registro que temos da maior aventura que organizamos. Um tempo que deixou muita saudade...

Saravá!

Mão-de-obra pré-histórica

Eis o blogueiro de volta! Mesmo com os olhos ardendo, vou blogar.
Esse post nasceu no feriado de Independência, onde acabei tirando uns dias pra sair de São Paulo e dar um pulo numa tranquila cidade do litoral paulista, Guarujá.
Ou seja, do fogo pra frigideira...
Enfim, vamos ao que interessa.
Aproveitando o gancho e o feriado, o blogueiro, cansado da correria do escritório (onde utilizo um computador razoável, uma cadeira confortável e uma mesa ergonomicamente correta para trabalhar), cansado do stress (apesar de ter carteira assinada e assistência médica) e da pressão por resultados (mesmo não tendo que vender o almoço pra pagar o jantar) resolvi pegar a minha mala verde e branca e chispar da capital.
No sábado, mesmo com o tempo nublado, fiquei na praia o dia inteiro, de bobeira, curtindo um mormacinho e tomando água de côco, pensando na vida e em como fazer pra entregar o calhamaço de relatórios mensais até o dia 10... quando um barulho me traz de volta à terra. O barulho, de uma lata sendo amassada começou a me irritar, já que não parava e fui ver qual fedelho estava importunando o meu feriado! "Que saco! Cadê o pai desse bostinha?", pensei eu.
Quando olhei para trás, uma senhora de aparência miserável tinha uma sacola plástica cheia de latinhas de refrigerante e cerveja, todas elas vazias.
Ela estava com uma pedra nas mãos, e cacetava a pedra contra a lata, a fim de "achatar" a latinha e assim, poder coletar mais latinhas pela praia.
Ao meu redor, ninguém reparou (acho eu). Eu, no entanto, fiquei em choque. Quantos anos já não se passaram desde que o homem dominou o fogo e desenvolveu novas ferramentas de trabalho? Aquela imagem ficou gravada na minha cabeça. Uma pessoa, um igual, utilizando-se de uma ferramenta pré histórica. Fiquei ali um tempo, observando a senhorinha amassando as latas e matutando comigo: que sociedade é essa que vivemos? Aquela senhorinha, que devia ter, sei lá... uns sessenta pra setenta anos, amassando latinhas com uma pedra.
Será que ela não merecia, pelo menos, uns dias de descanso feito os meus? Não importa o que a levou até aquele ponto. O que me choca (chocou) foi o fato de ela não ter outra opção além da pedra. A PEDRA! Nem os Flintstones usavam pedras para trabalhar...
É nessa hora que me irrito quando ouço colegas de trabalho reclamando do emprego. Da vida que têm. Queria mostrar pras pessoas que só fazem reclamar do lugar que estão, nunca se esforçando para dar o passo à frente. Ou pro lado, que seja. Falta vontade de ser maior, melhor - ou simplesmente, diferente. Vai ver que aquela senhorinha também só reclamava do emprego, sem ver que era o emprego que ela tanto reclamava, que lhe dava dignidade. Porque não há dignidade maior do que viver com o resultado do seu suor, do seu trabalho.
Isso aquela senhorinha me ensinou...

Saravá!

segunda-feira, setembro 14, 2009

Hoje tem post??

Tem sim, segurem as pontas ai... (sem acento porque Windows 7 nao tem driver pra teclado ABNT 2 em portugues...)

Sarava!

quinta-feira, agosto 13, 2009

Eu quero! Eu queroooo!


Você conhece o Blog de Brinquedo?
Não? Então clica no nome do blog e divirta-se!
Tem um post lá (você pode acessá-lo aqui) mostrando uma estátua do SUPER PATETA!
Eu ADORAVA o Super Pateta quando eu era pequeno. As historinhas dele e do Donald eram as minhas prediletas... eu passava semanas de férias me divertindo com caixas cheias de revistinhas da Disney. Sério, eu preferia debulhar as revistinhas a me pendurar em vídeo games ou coisas do tipo. Até hoje coleciono gibis, de todos os tipos e tamanhos... e gostaria muito que meus fihos, afilhados ou irmãozinhos tivessem a oportunidade de ler mais e mais revistinhas. Elas, afinal, formaram meu caráter hehehe...
Há quem diga que os quadrinhos não são uma forma de arte. Bobagem e ignorância de quem o faz. Pode até se tratar de uma forma de arte bastante contamporânea (viva o Aurélio), mas trata-se de uma forma de expressão tão artística quanto o teatro ou a literatura convencional.
Se você não conhece nada sobre quadrinhos, comece com os gibis da Turma da Mônica. Nas bancas, você também encontra os gibis clássicos da Disney.
Quer um teor mais político? Procure pelas obras de Alan Moore (você conhece várias delas, pode ter certeza).
Sem contar as tirinhas de jornal, o berço desta magnífica coisa chamada "quadrinhos".
Enfim, tudo isso pra falar que eu quero uma estátua do Pateta!!!!!!

Viva os Nerds!

Saravá!

Ah, thanks to www.melhoresdomundo.net

Saudade do meu Mestre...



**
Quando eu crescer quero ser que nem o "Seo Silvio"...

Tirei esse desse brogui aqui ó!

Saravá!

segunda-feira, agosto 10, 2009

Hercúleo

Você já sentiu o mundo caindo nas suas costas? Aquela sensação de "Puuuuuuuuuutz..." sabe? Não né? Calma que o DB explica.
Imagine uma estante. Alta. Altíssima. Sei lá, uns três metros de altura. Mais uns quatro de largura.
Agora, entope a estante de livros. Pesados. Empoeirados. De capa dura.
Ok, imagine que você tá paradão na frente da estante e ouve um barulhão seco. E a porcaria da estante vai caindo em cima de você.
Sentiu o drama? Pois é. Agora imagine que, ao invés de correr, você olha praquele monstro caindo na sua testa e pensa "aaaaaaaaaaaah muleque! Pra cima de mim não!"
E um pensamento doido, de que você pode segurar o peso daquele treco todo ocorre na sua cabeça (de vento).
E não é que, apesar de uns cortes, você segura a bagaça???
Ééééé amigo... tem dias que até você surpreende até você mesmo.

Saravá!

Sexta-feira que nunca acaba...

Eu queria de alguma forma falar sobre a tragédia humana. Tipo escrever um épico sabe?
Queria dizer coisas ao mundo através de uma historia, daquelas bonitas que no final a gente fica pensando “Oooooooooooh! Que coisa!”
Essa sexta-feira foi pesada. Pesadíssima. Mais do que eu poderia jamais imaginar que seria. Um daqueles dias que você não vê a hora de acabar porque não se agüenta mais. Fisica, mental e espiritualmente esgotado, fudido. Mais parecendo um balão vazio do que você mesmo.
No entanto, por um momento fugaz do dia, o DB teve a oportunidade de olhar pra outro lugar que não o seu umbigo. Aí percebi que cada um, em cada dia, sofre de alguma maneira distinta. Subjetiva. Sei lá qual palavra usar para definir o quão pessoal e interno é o sofrimento de cada um. Ou pior ainda, como definir o que é o sofrimento de cada um. Talvez Freud consiga. Não sei, nunca li nada sobre Freud. Ou caras que nem ele...
O fato é que parei pra pensar na pulsante arte que é viver. Trata-se de um desafio diário: enfrentar o despertador, ônibus cheio, um dia no escritório (ou na sala de aula, ou num canteiro de obras, ou operando o metrô, etc) e depois de tudo isso, de passar o dia com o cérebro a mil, ainda ter de se encarar no espelho. Falam que com o passar do tempo, as pessoas vão ficando melhores, mais serenas... será que essa serenidade não pode ser confundida com cansaço? Com a desesperança dos sonhos que nunca serão realizados? Será que não é esse malfadado dia a dia que nos faz sofrer tanto – e oras, quem diria, que nos faz passar pela tal da tragédia humana?
O DB anda cansadão, de tudo. Mas principalmente de si mesmo. Dtas próprias picuinhas e de sua estúpida pequenez de alma (ou de espírito?).
Dark times comes ahead...

Saravá!

sexta-feira, julho 24, 2009

Only the ogros! U, hu hu hu!

E continuando a séria série "Casamento pra que precisa?", vejam o singelo vídeo abaixo.



Libere o ogro que existe em você amigo! O seu casamento não é só da sua esposa mulher (pronto PC...)! hahahaha

Saravá!

PS: uuuuuh I like big butts and I can not lie! Right, honey?! ehehhee

La vem a noiva...

Você, menina veneno mulher, que sonha em entrar na igreja... ao som da marcha nupcial... olhando pra frente e vendo o seu namorado, antes tão lindo, agora com aquela cara de puta-que-pariu-que-calor-da-porra-dentro-desse-fraque... suas amigas chorando de emoção... aaaah que coisa linda...
Pois é minha querida leitora, você acha que esse casamento vai ser legal? Memorável? Só pra você (e pra sua tia-avó que vai ter caganeira porque se entupiu de coxinha no buffet).
Casamentos assim estão batidos. Não tem mais graça!! Pelo menos é o que acha a moça do vídeo...



Saravá!

PS: valeu neguinha...

terça-feira, julho 14, 2009

Singela indicação!


Dileto leitor, querida leitora, eis o DB fazendo jabá.
Considerando que o subtitulo do broguio é "Alimentando sua alma", o mâitre do Bar sugere que você visite o singelo mas saboroso "Aqui dentro do lado de fora" (link aí do lado, mas pode clicar aqui também).
Trata-se de um espaço formidável para dar aquela sossegada na cachola, quando esta estiver entupida.

Presto!

Saravá!

sexta-feira, julho 10, 2009

Parabéns campeões!

... e o Burricy não vem. Parabéns campeões! Dispensaram o técnico sob pretextos ridículos e não conseguiram contratar o ex-bambi. Que cagada hein?
Que bela cagada, eu diria. Enquanto isso, o Palmeiras fica em desvantagem perante seus adversários. É isso aí, planejamento, modernidade... bonitas palavras!

Claro que a atual administração do clube é promissora. Deixa o palmeirense com orgulho de pensar que terá a mais moderna arena da américa latina. Que o time tem grandes valores, graças à parceira. Que os contratos de patrocínio são absurdamente mais rentáveis que os anteriores.
Mas no campo, no futebol mesmo, tá foda. Primeiro porque não acabam com a porra do Palmeiras B, que não passa de um cabidão pra jogador de empresário. Segundo que dispensou o treineiro antigo sem pensar em quem seria o seu substituto.
Aí ficou mendigando por um "sim" de um técnico que em absoluto não tem o estilo do alvi verde imponente de Palestra Itália. A torcida, paga pau pra um ex-bambi que só sabe armar times com 30 volantes.

Agora, virá um estagiário ou pior, um técnico sem expressão. Portanto, PARABÉNS CAMPEÕES! Além de tudo, teremos que aguentar o Mustelefante dando entrevistinha pra jornalistinha... é de foder com o feriado de qualquer palmeirense...

Saravá!

Por onde andei

Post musical? Tem sim senhor!
Sabem, não sou grande fã do Nando Reis. Gosto das músicas dele, acho legaizinhas e tal. Mas ele é bambi, o que é grande desvantagem pra ele.
Vivo falando que toda forma de arte, independentemente do que o artista pretende, é subjetiva. Não sei o que o Nando Reis queria com a esta música.
Sei que toda vez que ouço, penso em tudo que já fiz e no que eu poderia fazer diferente. Uma obssessão em não cometer erros, talvez? Em buscar no passado um motivo pra justificar o presente que às vezes faz mal?
Não sei.
Só sei que muitas vezes me pergunto "Por onde andei?", ou como foi que cheguei...

Pra você, dileto leitor, querida leitora, curta essa musiquinha. Se você não pensar da mesma forma que eu, tudo bem. Curte a musiquinha, ela não é de todo mal, ainda mais essa versãozinha pro Luau emetevê...



Saravá!